Translate this blog

Pesquisar este blog

8.31.2010

Sacrifício

Perseguir um objetivo que dê sentido à vida exige sempre alguma forma de sacrifício. Para alguns, sacrificar-se significa desistir do que querem a favor do que o outro quer. Poderia ser também desistir de um desejo menos importante para alcançar um objetivo mais digno, uma causa mais nobre.

..:: Para refletir ::..

Quais são os confortos que você está disposto a sacrificar em prol de uma contribuição mais significativa?

Pense na última semana: você se sentiu mais um “espectador” ou alguém que contribuiu?


Na sua opinião, qual é a origem da sorte, da felicidade e da esperança?

Há alguma coisa que você possa fazer hoje, na sua comunidade, empresa ou dentro da sua casa, que possa lhe trazer mais felicidade?

8.29.2010

A vida é feita de escolhas... E o amor é uma delas

Por: Rosana Braga

Acredito piamente que a vida de cada um de nós é composta por uma sucessão ininterrupta de escolhas. Fazemos escolhas todo tempo, desde as mais simples e “automáticas”, até as mais complexas, elaboradas e planejadas. Quanto mais maduros e conscientes nos tornamos, melhores e mais acertadas são as nossas escolhas.

Assim também é com o amor. Podemos escolher entre amar e não amar. Afinal de contas, o amor é um risco, um grande e incontrolável risco. Incontrolável porque jamais poderemos obter garantias ou certezas em relação ao que sentimos e muito menos ao que sentem por nós. E grande porque o amor é um sentimento intenso, profundo e, portanto, o risco de sofrermos se torna obviamente maior!

Por isso mesmo, admiro e procuro aprender, a cada dia, com os corajosos, aqueles que se arriscam a amar e apostam o melhor de si num relacionamento, apesar das possíveis perdas. Descubro que o amor é um dom que deve vir acompanhado de coragem, determinação e ética.
Não basta desejarmos estar ao lado de alguém, precisamos merecer. Precisamos exercitar nossa honestidade e superar nossos instintos mais primitivos. É num relacionamento íntimo e baseado num sentimento tão complexo quanto o amor que temos a oportunidade de averiguar nossa maturidade.
Quanto conseguimos ser verdadeiros com o outro e com a gente mesmo sem desrespeitar a pessoa amada? Quanto conseguimos nos colocar no lugar dela e perceber a dimensão da sua dor? Quanto somos capazes de resistir aos nossos impulsos em nome de algo superior, mais importante e mais maduro?

Amar é, definitivamente, uma escolha que pede responsabilidade. É verdade que todos nós cometemos erros. Mas quando o amor é o elo que une duas pessoas, independentemente de compatibilidade sanguínea, família ou obrigações sociais, é preciso tomar muito cuidado, levar muito o outro em conta para evitar estragos permanentes, quebras dolorosas demais.

O fato é que todos nós nos questionamos, em muitos momentos, se realmente vale a pena correr tantos riscos. Sim, porque toda pessoa que ama corre o risco de perder a pessoa amada, de não ser correspondida, de ser traída, de ser enganada, enfim, de sofrer mais do que imagina que poderia suportar. Então, apenas os fortes escolhem amar!

Não são os medos que mudam, mas as atitudes que cada um toma perante os medos. Novamente voltamos ao ponto: a vida é feita de escolhas. Todos nós podemos mentir, trair, enganar e ferir o outro. Mas também todos nós podemos não mentir, não trair, não enganar e não ferir o outro.

Cada qual com o seu melhor, nas suas possibilidades e na sua maturidade, consciente ou não de seus objetivos, faz as suas próprias escolhas. E depois, arca com as inevitáveis conseqüências destas.

Sugiro que você se empenhe em ser forte a fim de poder usufruir os ganhos do amor e, sobretudo, evitar as dolorosas perdas. Mas se perceber que ainda não está pronto, seja honesto, seja humilde e ao invés de jogar no chão um coração que está em suas mãos, apenas deixe-o, apenas admita que não está conseguindo retribuir, compartilhar... E então você, talvez, consiga compreender de fato a frase escrita por Antoine de Saint Exupéry, em seu best seller O Pequeno Príncipe: “Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa”.

Porque muito mais difícil do que ficar ao lado de alguém para sempre é ficar por inteiro, é fazer com que seja absolutamente verdadeiro... ou então partir, inteira e verdadeiramente também! E é exatamente isso que significa sermos responsáveis por aquilo que cativamos...

Universidade e mercado em lados opostos

Por: Joyce Trindade - Folha Dirigida, 23/08/2010 - Rio de Janeiro (RJ)

O que os estudantes mais desejam é conseguir ingressar no mercado de trabalho e alcançar a realização profissional. Para isto, milhares de jovens buscam ingressar em universidades e faculdades de todo o país. Porém, chegar ao ensino superior ainda está longe de ser garantia de uma colocação de destaque no mercado.

Mesmo após frequentarem os bancos universitários por três, quatro, cinco anos, não são poucos os recém-formados que ainda chegam despreparados às empresas. E a causa já é conhecida há tempos: as salas de aulas geralmente não conseguem se aproximar da realidade das organizações onde os alunos se tornam funcionários.

O enfoque teórico que muitos cursos possuem contrasta com as demandas de natureza prática das empresas. Além disto, enquanto a formação universitária muda a passos lentos, o dinamismo do mundo corporativo impõe, em ritmo mais acelerado, novas exigências ao profissional, como dinamismo, espírito empreendedor, habilidade em trabalhar sob pressão e com foco em resultados. E o mercado, ao que parece, valoriza estes e outros atributos ligados a atitudes e comportamentos, e que passam longe dos currículos das graduações, como destaca Daniela Azevedo, especialista em Recursos Humanos da Telefônica Oi. "É importante que o estudante ou recém-formado saiba fazer bem suas atividades, mas não esqueça também como deve trabalhar em equipe, como ele deve lidar com as pessoas, como deve ser a comunicação dele com a empresa", defende a especialista.
Por causa desta distância entre a formação universitária e as demandas do mercado de trabalho, as oportunidades de estágio têm sido encaradas como cada vez mais estratégicas, pelos estudantes. Não por acaso, eventos como a Mostra PUC, que terminou na última sexta, dia 20, mobilizam multidões em busca não só de preencher currículos, mas, sobretudo, de saber o que as companhias esperam dos profissionais. O problema é que, hoje em dia, em vários casos, não é possível esperar o período de estágio para adquirir certas competências.
A própria seleção para as vagas já considera isto, como diz a gerente de Recursos Humanos da Seguradora Mongerau Aegon, Carla Muniz. Um dos problemas que ela percebe nos estudantes é a dificuldade de entender que cada empresa tem sua cultura, sua forma de se organizar. Ou seja, nem sempre dá para fazer algo do jeito que aprenderam no ambiente acadêmico. "Muitas vezes, o estudante aprende sobre um assunto na faculdade e percebe, ao entrar em uma empresa, que a prática sobre aquilo é totalmente diferente", destaca a especialista, para quem as competências comportamentais deveriam ser mais trabalhadas na faculdade. "É dada mais importância à inteligência intelectual, em detrimento da inteligência emocional. Muitos profissionais ingressam nas empresas com muita técnica e conceitos, mas com grandes carências quanto ao relacionamento interpessoal."

Empresas precisam investir para complementar a formação - A falta de sintonia entre a formação universitária e o mercado gera um custo para as empresas, que, em vários casos, precisam realizar cursos e outras atividades para ajustar o perfil do recém-formado àquele que exige de seus profissionais. "Para minimizar essa diferença, investimos em ações de desenvolvimento voltadas para o trabalho de competências na organização", diz Daniela Azevedo, da Oi. De acordo com a account manager para recrutamento da IBM Brasil, Sandra Garbo, a empresa também realiza inúmeras ações de capacitação dos profissionais. "A faculdade poderia trabalhar mais esses aspectos através de palestras, grupos de trabalho e visitas de empresários de sucesso e diretores de empresas à faculdade, para contar suas experiências e o modo como alcançaram suas metas", analisa.

Outra empresa que busca oferecer capacitação a seus colaboradores, sempre que necessário, é a Ipiranga. A gerente e Recursos Humanos da companhia, Mônica Garcez, até acredita que as faculdades têm se esforçado para o ensino não ficar só na teoria, principalmente por meio de estágios internos e empresas juniores. Mas, ela salienta que ainda há espaço para melhorar a interação com o mercado e que os formandos só têm a ganhar com isto. "O que percebemos é que quando contratamos alguém que já possui essas habilidades desenvolvidas, ele consegue ascender profissionalmente mais rápido", comenta.

Sentir falta de algumas competências não significa que as empresas não valorizam a formação universitária. o diretor de Recursos Humanos da TIM, Flávio Morelli, por exemplo, acredita que nem tudo o que é esperado pelo mundo corporativo, atualmente, pode ser desenvolvido no ensino universitário. Para ele, o papel de uma universidade vai além. "Como uma faculdade vai ensinar alguém a ter espírito inovador, por exemplo? Os alunos interessados é que devem correr atrás desse desenvolvimento", afirma o diretor. Daniela Azevedo, da Oi, acredita que outros pontos que são foco na formação de nível superior também são importantes para os profissionais. "A faculdade tem que ter uma papel de formadora de cidadão, não só de aluno."

8.23.2010

Renovando nosso contato

Olá pessoal!

Faz algum tempo que não escrevo aqui em nosso blog. Venho publicando regularmente o conteúdo, mas acabei deixando um pouco a parte editorial de lado. Naturalmente sou mais uma 'vítima' do mal do milênio - ou de um deles: a falta de tempo.

Estou extremamente envolvido nas ações de captação e apoio a eventos pelo Santos e Região Convention & Visitors Bureau. Este trabalho exige constantes viagens e a manutenção permanente de contatos - pessoais e corporativos.

Tem sido uma experiência e tanto. Sinto-me plenamente realizado pelo trabalho que faço, mas, sobretudo, pelas perspectivas que estão no horizonte. Não tão próximas... mas muito menos distantes do que há uma semana, um mês ou um ano. Aprendi por provérbio Chinês a "temer ficar parado, mas não o progresso lento".

Sugiro que meditem e façam o mesmo... nosso blog está em transformação. Progredindo mais lentamente... dois prêmios nacionais depois a vida mostrou um caminho de amadurecimento... mais concreto e menos virtual... aos poucos encontraremos a sintonia ideal e voltaremos com tudo a nossos textos diários. Aguardem e Confiem!

Um forte abraço!
Sucesso sempre,
Aristides Faria
* Imagem: nossa participação na Feira da Avirrp (Gaspar, Eu, Taís e Tiago), em Ribeirão Preto (SP).

8.09.2010

Em Busca de Significado

Dentro de cada pessoa existe uma necessidade de significado – o desejo de ter valor. Essa ânsia por um objetivo nos impele a fazer escolhas capazes de nos trazer alegria e satisfação na vida. Porém, na roda viva em que estamos mergulhados é muito fácil distrair-se com escolhas menos importantes – escolhas que a longo prazo terão pouco valor ou significado.

Portanto, para obter a paz de espírito e o senso de realização que todos desejamos, precisamos parar um instante para desenvolver uma imagem clara dos sonhos, das prioridades e das metas que têm um significado mais duradouro, tanto para nós quanto para os outros.

..:: Os princípios que nos ajudam em nossa busca por significado incluem ::..
..:: Contribuição
..:: Sacrifício
..:: Caridade
..:: Singularidade
..:: Atenção
..:: Perseverança é tudo ::..



8.08.2010

ONGs lançam programa de estímulo à criação de reservas corporativas no Brasil

O Instituto Ecofuturo, criado no Brasil em 1999, está lançando, em parceria com a organização não governamental internacional The Nature Conservancy (TNC), o Programa de Incentivo à Criação de Reservas Corporativas.

A iniciativa visa a estimular as empresas brasileiras a criarem áreas protegidas em terras privadas, dentro do conceito das Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), reconhecidas pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc). Com isso, as empresas assumem o compromisso de conservar a natureza, garantindo sua proteção.

A coordenadora de Terras Privadas da TNC, Giovana Baggio de Bruns, informou à Agência Brasil que “além da isenção do Imposto Territorial Rural (ITR) da área, a empresa está trazendo a conservação daquele remanescente de área natural, seja na Mata Atlântica, no Cerrado, na Caatinga, em todos os biomas”.
Cada RPPN tem um plano de manejo que pode envolver a comunidade do entorno. "Vai depender de cada proprietário da terra, explicou Giovana. É importante que no plano de gestão dessa área, o proprietário faça algo que insira a comunidade, porque o primeiro objetivo da RPPN é a conservação. O fim comunitário depende de cada caso".

A experiência de mais de dez anos do Instituto Ecofuturo na gestão do Parque das Neblinas (SP) e de projetos socioambientais servirá de apoio às empresas privadas que quiserem participar do programa, mostrando como administrar uma área de RPPN. “Que não seja apenas uma área de preservação. Ela pode até ser autosustentável no futuro, recebendo visitantes, por exemplo", disse Giovana.
O analista de projetos ambientais do Ecofuturo, Diego Gonzáles, destacou que o programa de incentivo é gratuito e de adesão voluntária. As companhias participantes ganham destaque no portal do instituto. Além disso, funcionários designados pelas empresas participarão do Programa de Vivência do Ecofuturo, visitando a reserva do Parque das Neblinas para acompanhar a operação na área. Técnicos do instituto podem visitar também as empresas para indicar o potencial da reserva para visitação, pesquisa ou manejo.

“O objetivo é que as empresas passem a ter o gerenciamento dessas áreas como um compromisso ambiental. A gente quer que as empresas abram os olhos para que tenham áreas corporativas privadas como estratégia de conservação. Foi para isso que a gente criou esse programa”, relatou Gonzáles.

Segundo a coordenadora de Terras Privadas da TNC, a iniciativa é positiva para o meio ambiente e também porque incentiva a responsabilidade socioambiental das empresas. “Muitas vezes, as empresas investem muito em marketing verde, em certificação, para ter uma visão mais ambiental para a comunidade, só que, efetivamente, não investem na preservação do que restou dos ecossistemas brasileiros”.

Giovana afirmou que ao investir em uma RPPN, as companhias passar a conservar de fato um pedaço de floresta, beneficiando a região e a comunidade que vive naquela área. As empresas interessadas podem obter mais informações sobre como aderir ao programa pelo e-mail reservas@ecofuturo.org.br.

Esse é o primeiro programa da parceria entre o Instituto Ecofuturo e a TNC para estímulo à criação de reservas naturais pelas grandes corporações. Em um segundo momento, a intenção é lançar novo programa, abrangendo também os pequenos e médios empresários, “buscando, talvez, algum tipo de apoio financeiro, que é interessante para esse público”, disse Gonzáles.

Por: Agância Brasil

Fonte: Tribuna do Norte | Diário do Paraná - Online

Ninguém vive sozinho

Por: Daniela Tófoli e Fernanda Carpegiani - Revista Crescer

Fazer as crianças entenderem que precisamos nos relacionar com pessoas diferentes e seguir regras sociais é um desafio, já que vivemos uma era tão individualista e com famílias cada vez menores. Daí a missão dos pais em mostrar, dando o exemplo, qual o verdadeiro valor de uma amizade.

Ubuntu. Bastou uma Copa do Mundo na África do Sul para a gente descobrir uma palavra que parece resumir tudo o que buscamos ensinar aos nossos filhos para que sejam mais felizes e construam um mundo melhor. Tão africana e tão difícil de traduzir, “ubuntu” significa irmandade, compaixão, solidariedade, amizade. Ou, como explicou o bispo sul-africano Desmond Tutu, Nobel da Paz: a essência do ser humano.
“Você não pode viver isoladamente, você não pode ser humano se é só”, resumiu. Nosso desafio é conseguir ensinar às crianças, em uma sociedade cada vez mais individualista, que ninguém vive sozinho. Mais do que isso, como diz a música, precisamos mostrar que “é impossível ser feliz sozinho”. E aqui não estamos falando de uma vida cor-de-rosa, de finais felizes ou de comunidades hippies. Estamos tratando de sobrevivência pura, estamos falando de saúde.
Parece estranho? Você vai ver como não é: “A saúde é um conjunto de bem-estar ‘biopsicossocial’, então não é possível promover saúde sem afeto e sem empatia, que estão intimamente relacionados às interações sociais. Mais do que ensinar que ninguém vive sozinho, é preciso admitir que é impossível ser feliz na solidão”, afirmam a neuropediatra Lara Cristina dos Santos e a neuropsicóloga Maria Dalva Lourenceti, ambas do Ambulatório de Desvios da Aprendizagem da Unesp de Botucatu (SP). Nem nas histórias infantis, para ficarmos em um assunto que as crianças adoram, heróis e mocinhas conseguem vencer suas batalhas sozinhos. Chapeuzinho Vermelho tem a ajuda do lenhador. Batman, do Robin. Branca de Neve, dos Sete Anões...

A questão é como estimular essas interações sociais. Segundo especialistas, pesquisas e livros consultados pela CRESCER, há vários caminhos possíveis, mas existe um que é infalível: o exemplo dos pais. É nossa missão mostrar o valor de uma amizade, de que forma se exercita a solidariedade (e não é só doar roupas que não usamos mais, mas também deixar um carro entrar na frente no meio do congestionamento, por exemplo) e como precisamos, todos os dias, da ajuda uns dos outros. Ninguém consegue viver sem que o motorista de caminhão trabalhe, porque os alimentos não chegariam a nós, sem que os lixeiros recolham os entulhos, porque a sujeira tomaria conta de tudo... Por mais “invisíveis” que algumas relações possam ser, dependemos delas para viver.

Quando uma criança convive com o outro, ela experimenta sentimentos e pensamentos que contribuem para a formação do seu caráter, da sua moral e do seu senso de justiça, explicam as especialistas da Unesp. “Assim, os pais são, ou pelo menos deveriam ser, os primeiros facilitadores do processo de convivência, mediante interações saudáveis, vínculos positivos e modelos adequados. Não adianta falar para a criança uma coisa e agir contrariamente.” Cabe a nós, ainda, ensinar as regras da vida em sociedade e dizer o que é certo e o que é errado. Segundo estudo norte-americano de 2006, que examinou dezenas de pesquisas sobre como as crianças se relacionam com os amigos, vários dos comportamentos infantis são influenciados diretamente pelo modo de agir dos pais. Quando os pais ensinam o que é permitido fazer (e seguem seus ensinamentos, claro!) e estimulam a empatia, os filhos têm maior tendência a levar os sentimentos dos amigos em consideração e conseguem construir vínculos sociais mais sólidos.


Claro que as crianças já nascem com traços de personalidade definidos e uma menina introvertida jamais será a miss simpatia da escola, ainda que seus pais sejam as pessoas mais sociáveis do mundo. O que acontece é que, quando elas veem o exemplo dos pais, sentem-se mais encorajadas a repetir o comportamento. Só é preciso ter cuidado para que não sejam estabelecidos apenas relacionamentos superficiais. Aprofundar o vínculo com um amigo é tão gostoso – e importante – quanto fazer uma nova amizade. Outra preocupação, lembram os especialistas, é com a perda da individualidade. Às vezes uma criança quer tanto ser aceita pelo grupo que se torna uma maria vai com as outras e deixa de ter opinião, gostos e sonhos próprios.

Manter as características de cada integrante é um desafio no grupo musical Pequeno Cidadão. Com oito adultos e dez crianças no palco, a produção se vira para respeitar a personalidade de cada um. Os figurinos, por exemplo, levam em conta o gosto de todas as crianças. Taciana Barros, mãe de Daniel e Luzia, que teve a ideia de formar o grupo com Arnaldo Antunes, Edgard Scandurra e Antônio Pinto, lembra que é preciso respeitar também os momentos de reclusão de cada um. Não é porque eles estão em uma turma grande que não têm direito à solidão. “É importante saber curtir os momentos individuais e equilibrá-los com os momentos em grupo. Às vezes é preciso estar só pra compor, refletir, pensar... Em outras horas, a parceria é fundamental e acrescenta muito.”

8.02.2010

Vida

1. A vida não é justa, mas ainda é boa.

2. Quando estiver em dúvida, apenas dê o próximo pequeno passo.

3. A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém.

4. Não se leve muito a sério. Ninguém mais o faz.

5. Pague suas faturas de cartão de crédito todo mês.

6. Você não tem que vencer todo argumento. Concorde para discordar.

7. Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho.

8. Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele agüenta.

9. Poupe para a aposentadoria, começando com seu primeiro salário.

10. Quando se trata de chocolate, resistência é em vão.

11. Sele a paz com seu passado, para que ele não estrague seu presente.

12. Está tudo bem em seus filhos te verem chorar.

13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que se trata a jornada deles.

14. Se um relacionamento tem que ser um segredo, você não deveria estar nele.

15. Tudo pode mudar num piscar de olhos; mas não se preocupe, Deus nunca pisca.

16. A vida é muito curta para auto-piedade. Viva bem, ou morra tentando.

17. Você pode vencer qualquer obstáculos, desde que se dedique a isso.

18. Um escritor escreve. Se você quer ser um escritor, então escreva.

19. Nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz. Mas a segunda só depende de você e mais ninguém.

20. Quando se trata de ir atrás do que você ama na vida, não aceite "não" como resposta.

21. Acenda velas, coloque os lençóis bonitos, use a lingerie elegante. Não guarde para uma ocasião especial. Hoje é especial.

22. Se prepare bastante; depois, se deixe levar pela maré...

23. Seja excêntrico agora, não espere ficar velho para usar roxo.

24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.

25. Ninguém é responsável pela sua felicidade, além de você.

26. Encare cada "chamado" desastre com essas palavras: Em cinco anos, vai importar?

27. Sempre escolha a vida.

29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.

30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo.

31. Indepedentemente de a situação ser boa ou ruim, irá mudar.

32. Seu trabalho não vai cuidar de você quando você adoecer. Seus amigos e seus pais vão. Mantenha contato.

33. Acredite em milagres.

34. Deus te ama por causa de quem Ele é, não pelo que vc fez ou deixou de fazer.

35. O que não te mata, realmente te torna mais forte.

36. Envelhecer é melhor do que morrer jovem.

37. Seus filhos só têm uma infância. Transforme-as em algo memorável.

38. Leia os Salmos. Eles explicam cada uma de suas emoções.

39. Vá para a rua todo dia. Milagres estão esperando em todos os lugares.

40. Se todos jogássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos os de todo mundo, pegaríamos os nossos de volta.

41. Não faça auditoria de sua vida. Apareça e faça o melhor dela agora.

42. Se desfaça de tudo que não é útil, bonito e prazeroso.

43. Tudo o que realmente importa, no final, é que você amou.

44. Inveja é perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.

45. O melhor ainda está por vir.

46. Não importa como você se sinta, levante-se, vista-se e se mostre.

47. Respire bem fundo. Isso acalma a mente.

48. Se você não perguntar, nunca vai saber.

49. Produza.

50. A vida não vem embrulhada em um laço, mas ainda é um presente.

..:: ESCRITO POR REGINA BRETT, "90 ANOS", CLEAVELAND, OHIO.