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7.07.2009

Treinamento EcoEmpresarial: Carreira vs. ocupação

Por: Aristides Faria

Enquanto profissional da área de gestão de recursos humanos venho me questionando rotineiramente acerca da situação do mercado de trabalho, sobretudo, sobre o momento de entrada, após a realização de algum curso de formação.

Eu e alguns colegas temos algumas dúvidas sobre “qual” ou “quais” competências, habilidades e atitudes são essenciais para a conquista de boas posições na carreira. Perceba que a cada ano o acesso a informação e à formação são mais amplos e menos restritos a poucos afortunados. O ponto-chave da discussão não é exatamente a qualidade de tais cursos, mas o que é feito com a informação obtida durante estas vivências.

Verifica-se, então, que são as atitudes, os comportamentos e a habilidade de comunicação os elementos diferenciais dos profissionais de ponta. Note que são itens de nossa personalidade. Apenas com muito amadurecimento e autoconhecimento é que podemos educar nossa maneira de agir. E isso só acontece com o tempo.
A vivência integrada na natureza nos possibilita sair do meio controlado e nos percebermos “de fora”. Nossas fraquezas e fortalezas afloram. A socialização no meio ambiente natural é interessante a grupos que precisam incrementar a qualidade da comunicação que compartilham. São vivências na mata que ajudam a evoluirmos enquanto profissionais, acadêmicos e seres humanos.
Ver mudanças no comportamento de colegas que julgamos conhecer é uma experiência única e que só pode efetivamente acontecer em situações, ambientes adversos, como a mata. Agir instintivamente frente a crises e ao medo, a incerteza e a insegurança é natural. Entretanto, compreender este comportamento não é.

Só mesmo com amadurecimento, muito boa vontade e esforço focado neste sentido é que se torna possível gerenciar nossos gatilhos emocionais. Na empresa, em casa ou em nossas relações amorosas não devemos agir instintivamente. Temos de gerir nossas emoções para construir relações agregadoras e de aprendizado mútuo.

É muito bacana notar como evoluímos com a idade, mas é mais gostoso ainda ver que não é meramente a idade que lapida nossa maneira de ser. São os próprios relacionamentos que nos transformam em pessoas melhores. Comparo com o ato de cozinhar.

Além de ser uma arte, cozinhar pode ser entendido como uma reverência a Deus, um ritual de agradecimento pelo alimento. Cozinhar e compartilhar do alimento podem ser momentos entendidos como de reverência à natureza, quem nos proporciona esta energia tão positiva. Bem, mas comparo mesmo, por que só se aprende a cozinhar, cozinhando. Treino, dedicação e investimento (de tempo e diversos recursos).

..:: O que isso tem a ver com carreira, ocupação? ::..

Quando falo em carreira, visualizo um aprendizado contínuo. Vejo investimento convicto em um plano de longo prazo. Percebo construção, alicerce e acabamento durante um bom espaço de tempo. Comparo com a arte de cozinhar.

Ocupação? São os restaurantes de fast food. São as soluções de curto prazo, imediatistas e que resolvem apenas em parte o “problema”. Não são de menor valor, mas de menos profundidade em nossas vidas.

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PUBLICAÇÃO SIMULTÂNEA NO BLOG DA ABBTUR SÃO PAULO, NO BLOG DO CAIÇARA E NO WEBSITE OUTRO LADO DA NOTÍCIA.
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