sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Acesso precário a terminais dificulta expansão de porto

"A expansão do porto de Santos tem caminhado a passos largos, mas pode esbarrar em um nó logístico de acesso aos terminais. Segundo estimativas do governo federal, o movimento de cargas no porto deve quase triplicar em 15 anos e São Paulo não possui suficiente infraestrutura de transporte para receber esse crescimento.

'Há um gargalo monumental no acesso ao porto. Se não forem tomadas providências, teremos um grande problema', diz Pedro Britto, ministro-chefe da Secretaria Especial de Portos, presente ontem em evento na Fiesp.

O problema é considerado tão sério que levou o governo federal a falar já em investimento no tramo sul do Ferroanel em 2010, até o momento mantido fora dos planos da União. 'O interesse do governo é começar as obras já no próximo ano, principalmente do tramo sul, juntamente com o governo do Estado', diz Britto.

O trecho norte da ferrovia, com 66 km e R$ 1,1 bilhão de investimentos, é a única parte do Ferroanel que consta no PAC, mas o projeto está travado por discussões relacionadas à contrapartida da União à concessionária MRS."

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Investimentos Estratégicos para o Desenvolvimento do Nordeste

A região Nordeste ostenta hoje índices de crescimento econômico e de desenvolvimento social acima da média brasileira. Favorecida pelo aumento do poder de consumo da população, a economia regional tem recebido atenção especial por parte do poder público, com obras de infraestrutura em energia, transportes, portos e terminais, produção de petróleo, gás e biocombustíveis e em saneamento básico.
A iniciativa privada percebeu na região um destino promissor para seus investimentos. A agricultura, a fruticultura irrigada e a peduária têm recebido novos empreendimentos, atraindo a indústria de alimentos e de bebidas. Rica em recursos minerais, com destaque para o petróleo e gás, a regão possui a maior reserva de gesso do país, uma das maiores reservas de urânio do mundo e jazidas de granito, pedras preciosas e semipreciosas. Além de produzir 95% do sal marinho consumido no Brasil.
Entre os setores tradicionais, a região destaca-se na indústria têstil e de calçados, abriga pólos químicos e petroquímicos e é grande fabricante de móveis e artefatos de madeira. O nordeste desenvolveu uma moderna área de inovação tecnológica, com novos empreendimentos em biotecnologia, na indústria farmacêutica, na área de eletroeletrônicos e no setor de informática.

Em grande parte, esse desenvolvimento se deu graças a uma organização de forças e das políticas de desenvolvimento da região. A Sudene tevepapel preponderante nesse processo. Criada no dia 15 de dezembro de 1959 pelo então presidente Juscelino Kubitscheck, sempre teve como missão planejar, articular e coordenar o desenvolvimento econômico e social do Nordeste."

Data: novembro de 2009

Horário: 08:00 às 20:00

Local: Recife

..:: Detalhes do evento: Seminários Valor Econômico

Congresso de jovens empreendedores destaca o investimento em Inovação no pós-crise

"Cerca de 700 jovens compareceram nesta segunda-feira (16), à abertura do V Congresso Paulista de Jovens Empreendedores da Fiesp, na sede da entidade. Este ano, os jovens líderes da federação dedicaram as discussões e debates em torno do tema Inovação, que, segundo o grupo, é ponto essencial para o desenvolvimento empresarial em um cenário pós-crise.

No entanto, o aporte financeiro destinado à Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento no Brasil ainda é muito pequeno. Uma pesquisa da Universidade de Campinas (Unicamp) revela que no Brasil o investimento nestas áreas soma 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB) do País, sendo que 0,6% é aplicado pelo governo e apenas 0,5% por empresas."

..:: Notícia completa: FIESP

Teatro do Sesi São Paulo exibe a peça Notas da Superfície

"O espetáculo Notas da Superfície, de Felipe de Moraes, é resultado de um processo de formação proposto pelo Núcleo de Dramaturgia Sesi - British Council e coordenado pela jornalista e dramaturga Marici Salomão.

A peça está em cartaz, até 20 de dezembro, no Mezanino do Centro Cultural Fiesp - Ruth Cardoso, com exibições gratuitas de quarta-feira a sábado, às 20h30, e domingo, às 19h30.

Sob direção de Marcia Abujamra, o texto conta a história de Oscar, um funcionário público de meia-idade que decide ir até o velório de um velho amigo de juventude. Ali ele inicia sua jornada pela superfície, uma viagem ao exterior de si mesmo, afinal de contas, nada pode ser mais superficial que a própria morte."

..:: Notícia completa: FIESP

GESTÃO E COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS | Administrando.biz

GESTÃO E COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS | Administrando.biz: "Por Elcio Fernando

Toda e qualquer atividade empresarial deve estar focada nas competências essenciais e essas, em oportunidades de mercado. As competências centrais caracterizam o que uma organização tem de melhor, seu know-how principal ou seu fator crítico de sucesso. Acontece que, conforme a empresa evolui, corre-se o risco de perder o foco e deixar a competência central de lado, sufocado pela burocracia excessiva e subordinado ao mantra do crescimento a qualquer custo.

Juntamente com o desenvolvimento das especialidades do negócio, urge a criação de vantagens competitivas que proporcionem diferenciação perante os demais players de um segmento. Algumas das vantagens competitivas mais utilizadas são: inovação, custo baixo, flexibilidade, agilidade, bom atendimento, marca com percepção de qualidade, dentre outros.

Em relação à inovação, que é fruto de adaptação rápida às mudanças do ambiente, torna-se criativa aquela empresa que tem capacidade de transformar a ideia em produto ou um método de operação em algo útil, conforme Robbins (2004).

“A organização inovadora caracteriza-se pela habilidade de canalizar suas essências criativas para resultados úteis” ( Robbins, 2004, p. 157).

Este conceito reforça a idéia da gestão empresarial das competências essenciais como elemento de norteamento para o planejamento e controle, a fim de alcançar resultados operacionais e estratégicos."

Carreira de sucesso é conquista importante entre brasileiros de 25 a 34 anos

Sucesso profissional e um emprego que traga felicidade. Para os jovens com idade entre 25 e 34 anos, essas são as conquistas mais importantes para o futuro, que desbancam até mesmo o desejo de ganhar muito dinheiro.

No Brasil, o sucesso profissional é um dos objetivos de 89% das pessoas nessa faixa etária. Ter um emprego que o satisfaça é o desejo de 87% deles, ao passo que ganhar muito dinheiro é intenção de 74% deles.

Os dados são de levantamento da Viacom Networks Brasil, que ouviu 28 mil pessoas em 18 países.

..:: Preocupação com o futuro ::..

De maneira geral, a pesquisa revela que pessoas com idade entre 25 e 34 anos estão mais felizes e confiantes que antes.

Além disso, a pesquisa aponta que elas também estão cada vez mais preocupadas com o futuro. Entre os brasileiros desta faixa etária, 78% pensam no futuro, ao passo que, no mundo, esse percentual cai para 69%.

A visão que essas pessoas têm dos próximos anos é bastante positiva. De acordo com o levantamento, 74% dos brasileiros pesquisados são otimistas. No restante do mundo, a proporção é bem menor: 54% têm boas expectativas.

Apesar da confiança e do otimismo com relação à carreira e às conquistas pessoais, a pesquisa mostra que esse segmento da população sabe que tem muito a aprender: 52% dos jovens no mundo acreditam que ainda têm muito o que crescer.

Entre os brasileiros, essa percepção atinge 93% dos pesquisados, o que mostra que eles se cobram muito para atingir maturidade pessoal e profissional.

..:: Fonte: InfoMoney



Mão na massa

Para obter melhores resultados, construtora deixa de lado a burocracia e permite que equipes autogerenciáveis tomem conta dos projetos

Por: Dum De Lucca - Revista Melhor

Imagine trabalhar em uma empresa que permite que você possa realizar suas tarefas no local e no horário que escolher. E se essa organização ainda usasse um sistema de equipes autogerenciáveis, que proporcionasse aos próprios colaboradores direcionar suas metas e objetivos, tudo atrelado a um moderno e dinâmico plano de carreira e remuneração? Pois essa empresa existe. É a Marcap Engenharia, baseada em São Paulo, e que atua desde 1995 no mercado de construção.

Engenheiro de produção formado pela Universidade de São Paulo, com MBA executivo pelo Ibmec e pós-graduação em administração pela Fundação Getulio Vargas, Marcelo Lotito, presidente da Marcap, acredita que muito mais do que capital e trabalho há, na companhia que ele criou, uma capacidade de entender o que os clientes potenciais demandam. "E por meio de uma ruptura dos processos convencionais é que conseguimos servi-los de uma forma diferente e mais adequada", conta. A essa forma diferente ele dá o nome de criatividade, que é o terceiro elemento do modelo adotado na Marcap. "Um exemplo típico disso é a internet, que alterou os meios tradicionais de comunicação. Isso significa o rompimento de paradigmas com criatividade, quando você se coloca em uma nova situação que não existia."
Nos empregos que teve antes de criar a construtora, Lotito percebia que muito do seu tempo, e de seus colegas, era desperdiçado com aspectos burocráticos. Perder tempo com isso, na avaliação do executivo, não deixava claro para ninguém o que era bom e eficiente para a empresa. Para não deixar que a produção de relatórios improdutivos, por exemplo, tomasse conta da Marcap, ele resolveu estruturar um modelo no qual ficasse claro para todos o que é, de fato, importante para eles e para a empresa. "Nosso sistema de gestão é uma questão de crença", diz. "Aqui, ninguém precisa passar por nenhuma política ou relatórios, basta fazer aquilo que está na direção da organização. Dessa forma, o colaborador sabe que terá um crescimento na carreira", pontua Lotito.
Mas como isso ocorre na prática? Todo final de ano é feita uma reunião de planejamento estratégico com as lideranças das áreas. Esse é o momento de elaborar as análises de mercado, avaliar os resultados e traçar as metas para, então, realizar um alinhamento estratégico. Estabelecidos os objetivos, a direção da construtora transfere essas metas e o que cada uma representa para cada uma das áreas da Marcap.

Se, por exemplo, for detectada a necessidade de uma melhoria no quesito qualidade, é pensado como isso se reflete em cada setor. "O processo deve envolver toda a empresa porque cada área tem de saber o que é qualidade para si e a bonificação de todos os departamentos terá, nesse caso, um vínculo com o aumento de qualidade. E o plano de carreira de cada um está vinculado a quanto o colaborador consegue atingir dessas metas alinhadas com o planejamento estratégico", conta Lotito. Ou seja, quem controla a ascensão da carreira é o próprio funcionário. "Ele calcula sua própria bonificação, não precisa um chefe para fazer as contas."

Lotito explica que qualidade, para um engenheiro de obra, é mensurada pelos números de pendências na entrega primária, momento em que é feito um check list. Essas pendências podem ser leves, médias ou graves. Cada uma delas tem uma nota de qualidade e uma bonificação. O colaborador consegue transformar o índice qualidade em uma tabela métrica e, dessa forma, pode avaliar sua performance, para onde tem de ir e quanto vai ganhar. "Ele olha e não tem dúvida. É o impacto disso na carreira dele, porque usamos a média das seis últimas obras para a ascensão profissional do funcionário", enfatiza o presidente, lembrando que essa metodologia foi adotada em 1998 e sedimentada depois de três anos.

Mas consolidar esse sistema não foi um processo fácil. No início, as notas eram departamentais, o que gerou rixas internas nas áreas pelo fato de o erro de um funcionário prejudicar outro que realizava bem suas funções. Apenas quando foram adotadas as aferições individuais é que o processo obteve sucesso.

..:: Autogerenciamento ::..

Outro diferencial nos processos implantados pela Marcap são as equipes autogerenciáveis. Nesse sistema, cada time formado por seis colaboradores (atendimento, financeiro, orçamento, suprimentos, engenheiro de obra e coordenador) toca a obra do início ao fim, sem interferências dos diretores de áreas. "A adoção desse modelo trouxe uma melhora clara porque, com a tabela métrica e com o comprometimento de cada colaborador com prazos, metas e sua própria carreira, as pendências diminuíram muito", diz Lotito. Esse alinhamento de autogerenciamento permitiu que, de duas semanas, em média, por obra a ser refeita, esse índice passasse a ser de quatro dias, o que representa uma economia de 72 mil reais por mês por obra. Isso significa que a redução foi de 60%, o que na prática equivale a um ganho anual de cerca de 1,2 milhão de reais. Tudo alinhado ao planejamento estratégico da organização e somado aos objetivos pessoais dos colaboradores. Essa química se dá a partir da mistura do crescimento dos colaboradores, por meio de uma retribuição financeira via bônus e ganho de cargos, com as metas da empresa. Isso porque, diz o executivo, focar os esforços apenas nos trabalhos sem se preocupar com burocracia traz ganhos para todos.

As equipes também são responsáveis por toda a documentação das obras e só devem prestar contas ao fim de um projeto. Em todo início e fim de cada projeto é feita uma reunião do grupo de trabalho para trocar ideias, discutir a organização dos métodos, fazer uma previsão de problemas e, por fim, uma análise do resultado final. O procedimento oxigena métodos e resultados.

Para uma companhia que faz anualmente 70 obras, o lado humano é importante. Portanto, por não crer em sistemas rígidos, mas sim em processos baseados em comprometimento e responsabilidade, a Marcap permite que seus colaboradores trabalhem no local que for mais conveniente a eles, de acordo com as necessidades e demanda da vida em uma cidade como São Paulo. Para facilitar isso, a organização desenvolveu um software que permite o acesso, com comunicação on line com todas as áreas, de qualquer lugar.

Lotito conta que essa oportunidade de trabalho remoto é outro traço marcante da empresa. "Não acredito que temos de controlar parceiros. As pessoas sabem o que é melhor para elas. Se tem de praticar seu esporte, ela vai fazer isso. Se tem de participar da integração do filho na escola, ela vai. Os colaborados têm de entregar resultados. Eu não preciso controlar onde e como os funcionários trabalham porque existe uma depuração natural dentro de cada equipe. Nossos profissionais também escolhem qual o melhor horário, e dias, para vir à empresa. Para garantir que esse modelo funcione, adequamos o trabalho às necessidades pessoais e profissionais de cada um da melhor maneira possível", destaca. Isso não é uma regra, mas uma alternativa funcional que permite uma maior flexibilidade, necessária nos dias atuais.

..:: Troca de função ::..

Outra ação desenvolvida na construtora é o job rotation. O objetivo desse programa é desenvolver uma visão pluralista na empresa e fortalecer um alinhamento com o objetivo comum. Lotito relata que, por exemplo, quando um funcionário da área de orçamento vai para a área de fornecedor interno, ele passa a entender melhor as necessidades e demandas existentes e quais as informações e prioridades do outro. Segundo o executivo, isso garante uma boa navegação entre os setores da companhia.

Lotito acredita que o esquema matricial da Marcap, uma empresa dividida por departamentos que cedem para cada projeto um colaborador, e o fato de a equipe junta tocar o projeto sem um chefe imediato cuidando garantem o chamado learn organization. Ou seja, em cada projeto são pessoas diferentes e as trocas de informação e conhecimento são muito ricas. E é nessa troca e autonomia de levar adiante as metas da empresa que Lotito baseia sua crença de que a construtora possa reverter alguns efeitos da crise, que gerou perdas de 60%. "Contudo, nossa recuperação para 2009 é prevista em cerca de 70%, levando-se em conta um volume grande de negócios. Isso significa um faturamento de cerca de 80 milhões de reais este ano", conta o presidente. Trata-se de números a serem construídos em conjunto.

RH.com.br - Motivação - O que influencia a gestão de clima organizacional?

"Profissionais motivados, engajados com a organização e que apresentam uma performance acima das expectativas da empresa. Como identificar se esses fatores realmente existem ou estão, apenas, transcritos em um documento que descreve os valores e a missão de uma companhia? Para encontrar a resposta para essa indagação, a melhor alternativa é investir em ações voltadas para a gestão do clima organizacional. Surge outra pergunta: que caminhos a organização deve trilhar para identificar os índices de satisfação interna e, dessa forma, conhecer a realidade vivenciada pelos colaboradores?

Na Carbocloro, por exemplo, a gestão do clima organizacional tem sua origem em 1991 - ano em que foi aplicada a primeira edição da pesquisa de clima organizacional (PCO). A última edição ocorreu em 2008 e o objetivo da empresa é que a ferramenta seja realizada a cada dois anos. De acordo com Marcio Abreu, gerente da fábrica da Carbocloro, o principal objetivo da pesquisa de clima é compreender o que ocorre no ambiente de trabalho e com base nos resultados obtidos, possa ser elaborado um diagnóstico que permita a realização de ações condizentes com a realidade e as necessidades da companhia, bem como dos colaboradores."

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Enfrente os conflitos no trabalho

Por: Patrícia Bispo - Portal RH.com.br

Por mais que uma pessoa seja considerada flexível, paciente, assertiva, haverá um momento em sua vida em que ela vai deparar-se com um momento de conflito, inclusive no meio organizacional. Isso é normal, afinal, nas empresas existem pessoas com opiniões, visões, paradigmas completamente diferentes. Mas, isso não significa que quando uma divergência surge no trabalho, os profissionais vão calçar luvas de boxe e entrar em um ringue. Pelo contrário, quando o conflito surgir é possível resolvê-lo, mas para isso é preciso saber lidar com ele. A seguir encontram-se algumas sugestões que podem ser adotadas pelos profissionais dos mais variados níveis hierárquicos.

1. Muitos conflitos deixam de ser solucionados, porque as pessoas negam-se a dar o primeiro passo de ter um diálogo com o colega em que as divergências tornaram-se acentuadas.

2. Caso você tome a iniciativa de conversar com a outra parte envolvida no conflito, lembre-se de ser transparente com a pessoa e fale o que realmente pensa sobre a situação em que ambos envolveram-se e seu ponto de vista.

3. No diálogo, considere que a outra parte também quer e precisa ser ouvida. Não existe quem seja o "dono da verdade". Por isso, vá disposto a ser um bom ouvinte e considerar os valores e a visão que o outro tem sobre o fato.

4. Muitas vezes, o início de uma conversa é prejudicado porque as pessoas não têm a sensibilidade para falar de forma ponderada, calma, madura. Quem não consegue falar e está disposto a ouvir na mesma proporção só agravará a situação.

5. Se em algum momento da conversa surgir agressividade, a alternativa é retornar o diálogo em outro momento. Com "cabeça quente" a situação só tende a piorar.

6. Depois que a conversar for concluída, reflita sobre o que foi dito por você e a outra parte. Pondere as observações da outra pessoa, pois mesmo sem perceber algumas ações suas podem contribuir significativamente para uma situação constrangedora.

7. Quando uma boa conversa não resolve o conflito, é o momento de comunicar o que está acontecendo ao gestor. Esse, por sua vez, deverá ouvir as duas partes e procurar solucionar o caso, para que a situação não se agrave e acabe prejudicando o clima organizacional.

8. Lembre-se que as pessoas estão em constante processo de transformação e você não é uma exceção. Quem sabe não seja o momento de rever determinados conceitos, paradigmas, convicções e partir para uma mudança comportamental?

9. Não dê ouvidos a fofocas que envolvam você e o colega envolvido no conflito. Muitas vezes, o que poderia ser solucionado através de uma conversa termina transformando-se em uma bola de neve, porque outras pessoas se envolvem na história.

10. Quando em algum momento de sua vida, o conflito bater à porta não finja que ele não existe. Como o velho ditado diz: "não tape o sol com a peneira". Se alguém pensa que pode fugir de um problema, pode até minimizar a situação temporariamente. Mas, quando tudo vir à tona as consequências podem ser mais sérias. Por essa razão, não fuja do conflito. Enfrente a situação de frente, mas com equilíbrio emocional.

Grandes empresas reclamam de falta de profissionais

As empresas do setor metro-ferroviário estão carentes de profissionais, o que é uma boa notícia para quem tem interesse em trabalhar nesse setor.

Durante um painel na feira Negócios nos Trilhos, empresas do setor apresentaram os problemas que enfrentam, entre eles a falta de profissionais.

O gerente de RH da Alstom, empresa que fornece equipamentos e serviços para geração de energia e transporte, Kleber Daniel, afirmou ter uma carência de profissionais e que os desafios da empresa são atrair bons funcionários, qualificá-los e fazê-los permanecer na empresa. "Buscamos profissionais não só do mercado metro-ferroviário, mas sim de outras áreas que possam contribuir com conhecimentos e experiências", disse Daniel.

Mas não é somente esse setor que tem carência de mão-de-obra. Empresas do setor de tecnologia e até mesmo consultorias também estão em busca de pessoas capacitadas, mas sentem dificuldades para encontrá-las.

..:: Empresas ::..

Segundo a gerente de RH (Recursos Humanos) da Siemens, Elaine Mattioli, o choque de gerações e a "conquista" de profissionais para o setor são os principais desafios. A empresa apresenta oportunidades de trabalho na área de Vendas, Administração, Finanças, Engenharia, Projetos e Serviços.

A empresa desenvolve um programa de talentos que busca líderes com domínio em inglês. "Nossa tecnologia vem de fora, precisamos de profissionais que trabalhem aqui, ou no exterior, conhecendo assim nosso processo como um todo", afirmou Elaine.

Outra empresa que apresentou o problema de falta de profissionais foi a Setepla, do setor de consultoria e gerenciamento de projetos e empreendimentos. A Setepla procura profissionais qualificados na área de consultoria, que tenham novas ideias e tenham disposição para aprender trabalhando.

..:: Fonte: InfoMoney

Governo de SP lança site que tenta medir chances de emprego; resultado é genérico

O governo de São Paulo lançou nesta terça (17), uma ferramenta on-line que tenta calcular a chance de colocação no mercado de trabalho para quem está desempregado.

O site, chamado de Termômetro Nacional do Emprego, tem dados nas regiões metropolitanas de São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Recife, Rio de Janeiro ou Belo Horizonte.

No teste feito pela reportagem do UOL Empregos, nota-se que o cálculo é genérico, já que o usuário não indica sua carreira nem a área de trabalho, apenas o seu nível de formação escolar -- que se limita ao superior completo. O ramo de atividade (indústria, comércio, construção e serviços) só aparece na média de remumeração esperada, com carteira assinada.

Para utilizar o Termômetro, o usuário deve acessar o site www.termometrodoemprego.sp.gov.br e informar os seguintes dados: idade; sexo; cor/raça; escolaridade; estado civil; se tem filho com menos de seis anos de idade; total de moradores no domicílio; renda familiar; se é responsável pelo domicílio; se já trabalhou; há quanto tempo procura trabalho (a partir de um ano); quantas horas semanais está disposto a dedicar ao novo trabalho; e em qual das seis regiões metropolitanas quer fazer a pesquisa.

O site dá usuário um resultado na forma de um número: é o "fator" do candidato ao trabalho, que vai de 0 a 100, que indicaria a probabilidade de conseguir um trabalho. Por exemplo: se o fator do usuário for 19, significa que de cada 100 pessoas com seu perfil, genérico, e que também procuram uma vaga, 19 delas obtêm sucesso, em até 30 dias.

Outros dois fatores são informados, para duas situações: se a procura durar 60 dias ou se durar 90 dias. O fator cresce de acordo com a duração do período de procura, pois, com a persistência na procura. aumentam as chances de conseguir emprego.

O cálculo tem como base dados da Pesquisa Mensal de Emprego, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

..:: Informações do governo de SP